Flexão de braço mais lenta do mundo para nocautear o bullyng

De uns tempos para cá, a questão do bullyng tem ocupado os jornais, não apenas aqui em Brasólia como lá fora. A expressão em inglês é, para quem não sabe, a forma atual de nomear uma velha prática. Adolecentes valentões, fortalecidos pelo bando, vandalizam e humilham outros adolescentes por qualquer motivo idiota, como apenas adolescentes de todas as idades tem a capacidade de entender. E o lutador John Mirrione comprou essa briga.

Como parte de uma campanha contra o bullyng, Mirrione, 45 anos, faz demonstrações de sua perícia em artes marciais em escolas por toda Nova Iorque. Como bom praticante de karate, procura estimular os agressores a descarregarem suas energias no dojo. Além dos aspectos espiritutais que possam assimilar, é melhor para todo mundo que a necessidade de alguns de bater em algo seja direcionada para tábuas e sacos de areia, ou mesmo oponentes treinados em campeonatos, do que em colegas mais frágeis.

Nas demonstrações do karateca chama a atenção o que ele próprio denomina de “a flexão de braço, com um braço só, mais lenta do mundo”. Mirrione leva cerca de um minuto para fazer o movimento completo, sustentando o peso do corpo erguido por 20 segundos. Ele garante que o feito é uma tremenda demonstração de força física e mental.

Sem questionar o mérito na inicitativa educativa, muitos questionam a proeza da flexão devagar quase parando do sensei. Dizem que seus apenas 63 quilos facilitariam demais. Mesmo o livro Guinness dos Recordes, sempre disposto a inserir a marca de qualquer prática exótica, não aceitou o feito de Mirrione em seus registros.

Mas, de verdade, Mirrione sabe que se o feito é impressionante ou não é o de menos. Ele explica que sua missão na escolas é motivada pela experiência própria. Teria sofrido o diabo nas mão de colegas de sala em sua época de estudante. E diz: “Hoje sou bem sucedido, porém vejo garotos cometendo suícidio, e eu sabia que tinha fazer algo”.

Só não pensem que o lutador apenas acredita em educar os valentões. O professor também ensina para os alunos vitimados uma técnica marcial especial “anti-bullyng”, para quando só conversar e dizer basta não dá os melhores resultados.

Sobre doutorcasa

Neurocirugião autodidata, paranormal e carpinteiro.
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